(...)"O que eu quero dizer é isto: umas vezes vale a pena correr atrás do que perdemos, outras vezes não. Distingue-se facilmente uma coisa da outra pela força que vem de dentro, isso que nos faz levantar da cama sem a preocupação de reunir todas as partes – cabeça, coração e ossos, principalmente. E o fígado, que também dá muito jeito para saco de pancadas. Quando não vale a pena correr atrás do que perdemos, é preciso acreditar que depois da perda vem a magia. Sempre, sempre, sempre. Depois da perda vem a magia. Só é preciso arriscar perder."
Tirado daqui.
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