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| ....saem-me estas "coisas" das mãos! |
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terça-feira, 10 de maio de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Loiça
Tenho cá por casa, uns pratos com defeito que, postos na mesa ninguém diz que são do refugo da V.A.. Mal se percebe quais são, quando misturados com o serviço genuíno. Mas são do refugo. E eu não o escondo. Até prefiro dizer logo de onde vieram, já que houve alguma mestria da minha parte ao escolhê-los, porque os defeitos estão lá, só que muito pouco perceptíveis a um olhar menos atento. Tal como existe mestria ao admitirmos os nossos defeitos. Confesso que demorei algumas horas e várias idas ao refugo da V.A. para conseguir os que tivessem menos defeitos. Foi preciso muita paciência. E algum tempo. Tal como é preciso tempo e paciência para descobrir os nossos próprios defeitos.
É preciso alguma introspecção para reconhecermos os nossos defeitos e alguma coragem para os admitirmos aos outros... Porque, assim como nos meus pratos, eles estão lá, existem... E, por vezes, olhares menos atentos ou desconhecedores, até descobrem defeitos onde não os há, depois de terem sido informados da proveniência dos pratos. Isto dos defeitos tem destas coisas: nada melhor do que conhecer primeiro, antes de apontar... Saber de onde vieram ou que tem defeitos, para quem não conhece é pouco, muito pouco... Antes de apontar defeitos há que conhecer e não apenas confiar no que nos é dito ou sugerido.
Nos meus pratos, se os virarmos ao contrário, os defeitos surgem. Sim, estão na parte de baixo dos pratos... e os nossos defeitos, também são assim: aparecem consoante a posição em que nos põem. Eles estão lá e todos nós os temos, mais ou menos acentuados, dependendo da situação em que estamos, da posição em que nos colocam ou em que nos colocamos.
Só mais uma achega: todos os pratos têm defeito. Todos! Até o serviço completo que tenho e que não é do refugo, tem pratos ligeiramente diferentes uns dos outros: no diâmetro, no vidrado, até mesmo no dourado do rebordo. Defeitos todos temos. Podemos é optar por esconde-los ou pô-los às claras, admiti-los à partida ou deixar que eles apareçam mais tarde. E aqui, eu vou pela letra do Lado Lunar do Rui Veloso:
(...)"Toda a alma tem uma face negra
Nem eu nem tu fugimos à regra (...)
Desvenda-me o teu lado malsão
O túnel secreto, a loja de horrores
A arca escondida debaixo do chão
Com poeira de sonhos e ruínas de amores"(...)
No fundo, o importante é vermos para além dos defeitos, conhecermos ou reconhecermos as qualidades dos outros e as nossas próprias qualidades. E sabermos (re)conhecer quais são os defeitos e quais são as qualidades é grande vantagem...
É preciso alguma introspecção para reconhecermos os nossos defeitos e alguma coragem para os admitirmos aos outros... Porque, assim como nos meus pratos, eles estão lá, existem... E, por vezes, olhares menos atentos ou desconhecedores, até descobrem defeitos onde não os há, depois de terem sido informados da proveniência dos pratos. Isto dos defeitos tem destas coisas: nada melhor do que conhecer primeiro, antes de apontar... Saber de onde vieram ou que tem defeitos, para quem não conhece é pouco, muito pouco... Antes de apontar defeitos há que conhecer e não apenas confiar no que nos é dito ou sugerido.
Nos meus pratos, se os virarmos ao contrário, os defeitos surgem. Sim, estão na parte de baixo dos pratos... e os nossos defeitos, também são assim: aparecem consoante a posição em que nos põem. Eles estão lá e todos nós os temos, mais ou menos acentuados, dependendo da situação em que estamos, da posição em que nos colocam ou em que nos colocamos.
Só mais uma achega: todos os pratos têm defeito. Todos! Até o serviço completo que tenho e que não é do refugo, tem pratos ligeiramente diferentes uns dos outros: no diâmetro, no vidrado, até mesmo no dourado do rebordo. Defeitos todos temos. Podemos é optar por esconde-los ou pô-los às claras, admiti-los à partida ou deixar que eles apareçam mais tarde. E aqui, eu vou pela letra do Lado Lunar do Rui Veloso:
(...)"Toda a alma tem uma face negra
Nem eu nem tu fugimos à regra (...)
Desvenda-me o teu lado malsão
O túnel secreto, a loja de horrores
A arca escondida debaixo do chão
Com poeira de sonhos e ruínas de amores"(...)
No fundo, o importante é vermos para além dos defeitos, conhecermos ou reconhecermos as qualidades dos outros e as nossas próprias qualidades. E sabermos (re)conhecer quais são os defeitos e quais são as qualidades é grande vantagem...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Meias... anti-tesão
Já as mencionei! Mas ainda não expliquei... Vamos ver se consigo! Porque sem imagens... Mas nem me atrevo a fotografá-las!
Ora, eu sou friorenta. Muito! Principalmente nos pés... Ou melhor, sobretudo nos pés... se tiver os pés quentes, o resto não se queixa muito. Agora, ter os meus pés frios... Meus Deus, fico toda gelada... É impressionante!
A solução foi procurar umas meias... mas não umas quaisquer... dessas já tinha e usava dois pares de cada vez. Umas meias que me permitissem andar com os meus pézinhos quentinhos e que fossem confortáveis, muito confortáveis! Assim, aconchegados!
E achei... na Decathlon! Quentes, que não caiem, não ficam todas dobradas nos pés, dentro das botas, macias, com elásticos que não apertam... enfim, umas "luvas" para os meus pézinhos!
Pois, mas são tãooooo feias, mas tão feias! São horrorosas! Pavorosas! Mesmo muito feias!
Deitar um olhar, mesmo que furtivo aquelas meias, equivale a ficar sem tesão! Aposto que homem nenhum resiste... não deve haver muito melhor para dar cabo do "clima"... E não são até ao joelho... imaginem que eram... aí, para além de perder a tesão, o homem fugia!! A sete pés!!
Mas são tão quentes... tão macias... tão confortáveis... aposto que valem alguma "ginástica" para as tirar antes que olhem para elas... Sim, porque eu já não passo sem elas!
Olhem, dentro das botas, sempre! Só as uso escondidas! E bem escondidas! Não sou doida!
Ora, eu sou friorenta. Muito! Principalmente nos pés... Ou melhor, sobretudo nos pés... se tiver os pés quentes, o resto não se queixa muito. Agora, ter os meus pés frios... Meus Deus, fico toda gelada... É impressionante!
A solução foi procurar umas meias... mas não umas quaisquer... dessas já tinha e usava dois pares de cada vez. Umas meias que me permitissem andar com os meus pézinhos quentinhos e que fossem confortáveis, muito confortáveis! Assim, aconchegados!
E achei... na Decathlon! Quentes, que não caiem, não ficam todas dobradas nos pés, dentro das botas, macias, com elásticos que não apertam... enfim, umas "luvas" para os meus pézinhos!
Pois, mas são tãooooo feias, mas tão feias! São horrorosas! Pavorosas! Mesmo muito feias!
Deitar um olhar, mesmo que furtivo aquelas meias, equivale a ficar sem tesão! Aposto que homem nenhum resiste... não deve haver muito melhor para dar cabo do "clima"... E não são até ao joelho... imaginem que eram... aí, para além de perder a tesão, o homem fugia!! A sete pés!!
Mas são tão quentes... tão macias... tão confortáveis... aposto que valem alguma "ginástica" para as tirar antes que olhem para elas... Sim, porque eu já não passo sem elas!
Olhem, dentro das botas, sempre! Só as uso escondidas! E bem escondidas! Não sou doida!
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